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Pesquisadora do NEPP fala sobre pós-graduação

A pesquisadora do Núcleo de Políticas Públicas da Unicamp, Ana Carneiro foi uma das entrevistadas do caderno especial que a Folha de São Paulo publicou sobre a situação dos cursos de Pós Graduação no Brasil. A matéria, assinada pela jornalista Nádia Pontes destaca as desigualdades entre os cursos de pós-graduação do país e aponta que os estados do Norte como Acre e Rondônia os cursos tem a avaliação mínima da Capes.

Muito embora hoje, mais de 10 mil pessoas defendam tese de doutorado, por ano no país, Ana Carneiro diz que existe uma cisão entre o setor produtivo e academia e aponta que uma das saídas é investir em cursos de especialização e mestrados voltados para o mercado.

 

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Adeus a Benzaquem

Faleceu no dia 1º de fevereiro de 2017, o historiador e antropólogo Ricardo Augusto Benzaquen de Araújo. Nascido em 1952, Benzaquen graduou-se em História na PUC-Rio e fez mestrado e doutorado em Antropologia na UFRJ. Como professor da PUC e do Instituto Universitário de Pesquisas do Estado do Rio de Janeiro (Iuperj), adquiriu respeito e admiração de colegas e alunos não apenas pelo seu conhecimento acadêmico e talento como docente, mas também por suas qualidades humanas.

Benzaquen escreveu sobre futebol, integralismo, Gilberto Freyre e Joaquim Nabuco, entre outros temas. Destacam-se os livros Totalitarismo e Revolução – O Integralismo de Plínio Salgado (ed. Zahar, 1988) e Guerra e Paz – Casa-Grande & Senzala e a obra de Gilberto Freyre nos anos 30 (Editora 34, 1994).

 

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Brasil tem 101 mil moradores de rua

Uma pesquisa publicada pelo Ipea com base em dados de 2015 projetou que o Brasil tem pouco mais de 100 mil pessoas vivendo nas ruas. O Texto para Discussão Estimativa da População em Situação de Rua no Brasil aponta que os grandes municípios abrigavam, naquele ano, a maior parte dessa população. Das 101.854 pessoas em situação de rua, 40,1% estavam em municípios com mais de 900 mil habitantes e 77,02% habitavam municípios com mais de 100 mil pessoas. Já nos municípios menores, com até 10 mil habitantes, a porcentagem era bem menor: apenas 6,63%.

O especialista em políticas públicas e gestão governamental lotado no Ipea e também autor do estudo, Marco Antonio Carvalho Natalino, ressaltou a importância de dados atualizados sobre o tema, pois eles são essenciais à formulação e implementação de políticas públicas para essa parcela de brasileiros.

 


A chance invisível na base da pirâmide

A maior parte das duzentas maiores corporações multinacionais do mundo encontra-se em países desenvolvidos. Onde destas, oitenta e duas são americanas e quarenta e uma japonesas, conforme uma lista desenvolvida através do Instituto de Estudos de Políticas Públicas (Institute for Policy Studies), localizado em Washington nos Estados Unidos. Não é surpresa que as corporações multinacionais estejam focadas nos consumidores da camada 1 que compreende as pessoas que ganham acima de 20.000 dólares mensais e compreendem uma população entre 75 e 100 milhões de pessoas, devido aos seus conhecimentos sobre essa categoria. A capacidade em compreender oportunidades de mercado está relacionada à forma como os gestores estão habituados a raciocinar e às ferramentas indutivas que estes utilizam.

 

 

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Historia da homeopatia no Brasil

A revista História, Ciência e Saúde editada pela Fundação Osvaldo Cruz de Manguinhos, publicou na sua ultima edição reportagem sobre a introdução da homeopatia no Brasil.

Inicialmente, a homeopatia começou a se propagar pelo mundo logo após sua formulação por Samuel Hahnemann (1755-1843), na futura Alemanha, na primeira década do século XIX. A homeopatia chega ao Cone Sul na década de 1830. O Brasil se tornou um centro propagador não só regional, mas também para países da África e do Oriente. De modo geral, esse processo seguiu um padrão identificável nos diversos países e regiões: introduzida por algum médico ou aficionado leigo, rapidamente a homeopatia passa a interessar um grande número de médicos, assim como membros influentes da comunidade – políticos, intelectuais, jornalistas, nobres, governantes, militares etc. Na esteira disso, são fundadas associações, periódicos, cursos de divulgação e de formação, e são oferecidos serviços de atendimento. Eventualmente, surgem movimentos solicitando a abertura de hospitais e cursos universitários, que, sistematicamente, confrontam a resistência das instituições da medicina convencional.

 

 

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